Os SAFs biodiversos têm um papel importante na conservação das abelhas nativas (com e sem ferrão) pela presença de uma diversidade de espécies de plantas nativas. Essa diversidade é essencial para as abelhas, pois as plantas florescem em diferentes épocas do ano, ofertando pólen, néctar, resina e outros recursos.
Por esse motivo, a criação das abelhas-sem-ferrão, conhecida como meliponicultura, pode ser integrada aos SAFs biodiversos. Por se defenderem sem o uso de um ferrão e de veneno, essas abelhas podem ser criadas sem risco à saúde das pessoas e dos animais domésticos.
Há dezenas de espécies de abelhas-sem-ferrão que podem ser manejadas zootecnicamente, como a jandaíra, a jataí, a mandaçaia, a mandaguari, a mirim e a uruçú. Essas espécies, além de fornecer própolis e mel para o consumo da família, podem gerar renda de diferentes formas. EMBRAPA

